pequenonadaquasetudo
dimanche 4 décembre 2016
A minha mão dormente procurava-te na água.
Numa assentada, num realismo desiludido, a olho nu,
pinto a natureza morta, onde me desnudo e adenso.
Descasco a pele, desfolho os ossos, mordo os figos em ramos dobrados
que me acompanham na traição...
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